8 NEGÓCIOS EM ALTA PARA 2020: GUIA PARA EMPREENDER NO E-COMMERCE

O CONTEXTO DO E-COMMERCE ANTES, DURANTE E DEPOIS DO CORONAVÍRUS

É impossível falar de negócios em alta para 2020 sem citar o acontecimento mais marcante dos últimos anos: a crise do coronavírus.

Chega a ser redundante mencionar que a pandemia provocou transformações nos mais diversos setores da economia.

No Brasil, foram fechados 1,1 milhão de postos de trabalho entre março e abril, demonstrando claramente o poder devastador da pandemia na sociedade.

São tempos difíceis.

Apesar desse cenário desolador para a maioria dos negócios, o comércio eletrônico registra números cada vez mais positivos.

De acordo com a Ebit | Nielsen, o faturamento do e-commerce cresceu 48,3% de 17/03/2020 a 27/04/2020 em comparação com o mesmo período de 2019.

Os números mostram como a necessidade de isolamento social impulsionou as vendas online.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), pelo menos 4 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra pela internet durante a pandemia.

mulher asiática usando máscara recebe encomenda na porta de casa
Imagem: Rawpixel

E tem mais: o comportamento do consumidor mudou por causa do vírus. A busca por itens de consumo rápido (alimentos, higiene e limpeza) aumentou em níveis nunca antes vistos — um exemplo disso é o álcool em gel, que chegou a registrar crescimento de 310% nas vendas segundo a Nielsen.

Vale lembrar: antes da pandemia, os produtos de consumo rápido eram pouco expressivos no comércio eletrônico, mas isso mudou rapidamente com a crise.

E tudo indica que essas mudanças vieram para ficar. Especialistas sugerem que o comércio eletrônico brasileiro vai viver uma nova fase depois do coronavírus, com mais pessoas usando o e-commerce para adquirir produtos variados.

“Vamos sair da crise com mais pessoas comprando pela internet. Muitas passaram a fazer isso pela primeira vez devido ao isolamento. Perderam o medo.”

Mauricio Salvador, presidente da ABComm

Entender esse contexto macro é importante para quem quer empreender no e-commerce.

Uma vez feita essa introdução sobre o cenário do setor, podemos continuar com as 8 dicas de negócios lucrativos para 2020. Vamos lá?

1 – PRODUTOS DE CONSUMO RÁPIDO 

O primeiro item da lista não poderia ser outro! Se você leu o parágrafo acima (realmente esperamos que você tenha lido), deve ter percebido como existe bastante espaço para vender itens de consumo rápido na internet. 

Os dados já alertavam para essa tendência mesmo antes da pandemia. Para ter uma ideia, o setor de autosserviços (que inclui alimentos, bebidas e produtos de limpeza) foi o que mais cresceu em 2019, com um faturamento 63% maior em relação ao ano anterior. A crise do coronavírus contribuiu para acelerar a consolidação da tendência. E, dentro dos itens de consumo rápido, os produtos alimentícios talvez sejam o campo mais rico em oportunidades de negócio.

mão saindo de um computador entrega um pacote com vegetais para a mão do cliente que estende o dinheiro
Imagem: Pixabay

🍕Demanda por alimentos práticos

Segundo o estudo Food Trends Brasil, a maior tendência para o consumo de alimentos no país é a conveniência e a praticidade. Alimentos prontos e de fácil preparo (principalmente itens de micro-ondas) ganham espaço nas despensas.

🥦Cresce o número de vegetarianos e veganos

Você sabia que 14% da população brasileira se declara vegetariana? É o que aponta uma pesquisa do IBOPE. Isso representa um mercado de 29 milhões de pessoas!

O estudo também apurou um fato interessante sobre quem come carne: 60% dos entrevistados consumiriam mais produtos veganos se eles tivessem custo similar aos de origem animal.

Para quem não sabe, a diferença entre vegetarianismo e veganismo está no consumo de produtos de origem animal.

Os vegetarianos apenas não comem carne, já os veganos não consomem nenhum tipo de alimento de origem animal (ovos, leite, mel e derivados).

Pode ser promissor montar um negócio dedicado a atender a esse público! 😉

tigelas com alimentos variados
Imagem: Rawpixel

👉Alimentação saudável, nutritiva e personalizada

Ainda de acordo com o Food Trends Brasil, outra demanda dos consumidores está relacionada à alimentação saudável. Nem só de alimentos congelados vive o brasileiro, né?

Alimentos naturais e frescos, produtos veganos (olha eles aqui novamente!), suplementos alimentares, alimentos light… Tudo isso ganha cada vez mais espaço no mercado de alimentos.

Além disso, existe uma grande demanda por produtos específicos para dietas com algum tipo de restrição. Muita gente não pode consumir alimentos com glúten, lactose ou açúcar, por exemplo.

  • Por que vender produtos sem glúten? A doença celíaca (intolerância permanente ao glúten) atinge pelo menos 1% da população mundial, segundo a OMS.
  • Por que vender produtos sem lactose? Estima-se que cerca de 40% da população brasileira tenha alguma dificuldade para digerir lactose.
  • Por que vender produtos sem açúcar? Cerca de 7% da população brasileira (12,5 milhões de pessoas) tem diabetes.

2 – BELEZA, COSMÉTICOS E SAÚDE

Produtos de beleza, cosméticos e saúde ocupam posição de crescente destaque no e-commerce. 

Segundo dados do Compre & Confie, itens dessa categoria tiveram o 2º maior volume de pedidos em 2019, atrás apenas de moda e acessórios. 

Com a pandemia do coronavírus, alguns produtos de higiene e saúde simplesmente sumiram dos estoques dos lojistas brasileiros.

Ou seja: é um mercado para ficar de olho!

pincéis de maquiagem em frente a um espelho
Imagem: Unsplash

🌱Origem natural é argumento de vendas

Um relatório da Mintel aponta que 41% da população brasileira tem interesse em cosméticos produzidos com ingredientes de origem natural.

Não é à toa que esse mercado cresce entre 8% e 25% por ano ao redor do mundo, segundo pesquisa do Laboratório de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

🧔Venda de cosméticos para homens está em alta

Aquele papo de que cuidar da aparência “não é coisa de homem” ficou no passado.

público masculino está cada vez mais consciente da importância dos cuidados pessoais.

E a superação desse estereótipo fez surgir um mercado cujos números são impressionantes.

Dados do Euromonitor mostram que as vendas de produtos de cuidados pessoais masculinos aumentaram 70% no Brasil em um período de 5 anos.

Em 2012, o mercado movimentou R$ 11,66 bilhões. Em 2017, esse número subiu para R$ 19,8 bilhões. 

Até mesmo a propagação de barbearias no estilo vintage demonstra como o público masculino está preocupado com a própria aparência.

Essa tendência merece ser aproveitada! Confira alguns produtos promissores para vender no e-commerce:

  • Perfumes masculinos
  • Produtos para pele masculina
  • Desodorante masculino
  • Produtos para barba
  • Produtos masculinos para banho
  • Produtos para cabelo masculino

👵Cosméticos para a terceira idade

Você já deve ter ouvido por aí que a expectativa de vida está aumentando. As pessoas estão vivendo mais. Uma consequência disso é bastante óbvia: o número de idosos também aumenta.

De acordo com o IBGE, 13% da população do Brasil (28 milhões de pessoas) tem mais de 60 anos. A previsão é que esse percentual dobre nas próximas décadas.

Ou seja: o número de consumidores de cosméticos para a terceira idade não para de crescer. O mercado é bastante promissor e pode ser um nicho interessante para quem quer empreender no e-commerce. Fica a dica!

homem de cabelo e barba brancos usando chapéu e óculos e mexendo no celular
Imagem: Rawpixel

3 – BRECHÓS ONLINE

mercado de roupas de segunda mão já é consolidado nos Estados Unidos. Por lá, o setor atualmente fatura US$ 23 bilhões. A projeção é que a cifra dobre e atinja US$ 51 bilhões nos próximos cinco anos.

Bem impressionante, não acha?

E os brechós online já começaram a dar as caras no Brasil também. Ainda não há dados sobre o faturamento do setor por aqui, mas existem fortes indícios de que essa tendência veio para ficar.

Abaixo, um gráfico do Google Trends — ferramenta que mede o nível de popularidade de um termo de busca — mostra o interesse dos usuários na busca por “brechós online” nos últimos 12 meses (jun/2019 – jun/2020).

A quantidade de buscas se mantém estável na maior parte do ano, mas podemos ver um pico começando a se desenhar próximo ao fim do gráfico, no período correspondente a maio de 2020:

google trends mostrando que brechó online é um dos negócios em alta para 2020

27 mil buscas mensais por “brechó online”

Dados do Planejador de Palavras-Chave do Google

👉E por que pode ser lucrativo montar um brechó online?

Esse tipo de negócio faz parte de uma tendência que permeia diversos setores da economia: o consumo consciente. 

Um dos pilares dessa tendência é justamente evitar o desperdício e o descarte de produtos com potencial de reaproveitamento.

O enjoei.com é a prova viva de que é possível montar negócios lucrativos tendo como base a venda de itens usados. O marketplace de produtos reutilizáveis cresce cerca de 80% ao ano.

Ficou com vontade de abrir um brechó online?

O YouTube do Melhor Envio tem um vídeo com várias dicas para quem quer montar um negócio desse tipo. Assista:

4 – ARTESANATO E PRODUTOS PERSONALIZADOS

Dez milhões de brasileiros exercem atividades relacionadas ao artesanato. O setor movimenta R$ 50 bilhões na economia segundo o IBGE.

Simplesmente não dá para ignorar números como esses.

Assim como os brechós online, o mercado de artesanato conversa muito bem com um público preocupado em consumir de forma consciente e sustentável.

Outro aspecto bastante favorável ao setor é a personalização, ou seja, os produtos não são padronizados e produzidos em massa.

pote com pincéis coloridos
Imagem: Unsplash

Essa exclusividade é um dos argumentos centrais de sites como o Elo7, cujo slogan é bastante significativo: “produtos fora de série”.

A plataforma funciona como um marketplace voltado à venda de artesanato. É possível se cadastrar tanto para comprar quanto para vender.

São cerca de 80 mil vendedores cadastrados! Reunidos, eles possuem um catálogo com 3,5 milhões de produtos.

Quer mais números? Um levantamento feito na ferramenta SEMrush pela equipe do blog Melhor Envio apontou que o Elo7 recebe mais de 40 milhões de acessos por mês.

É muita gente, não acha? E estamos falando do movimento de um único site!

Tem artesanato sendo vendido em marketplaces, redes sociais e até no WhatsApp. Se você fabrica algum tipo de produto artesanal ou conhece alguém que possa fornecê-lo para você, não hesite em entrar no e-commerce!

5 – INFOPRODUTOS E MARKETING DE AFILIADOS

E se a gente dissesse que você pode ganhar dinheiro na internet sem vender um produto físico?

Isso é possível no mundo dos infoprodutos e do marketing de afiliados. Para quem nunca ouviu falar nesses termos, vamos explicar com mais detalhes logo na sequência!👇

câmera de vídeo vista por trás enquanto grava uma cena que aparece desfocada
Imagem: Unsplash

👉Infoprodutos

Infoprodutos são produtos digitais criados com o objetivo de compartilhar algum tipo de conhecimento. Cursos, e-books e podcasts são alguns exemplos de infoprodutos.

Os infoprodutos são uma forma de monetizar o seu conhecimento em determinada área. Por exemplo: uma pessoa que entende tudo sobre marketing digital pode produzir um curso sobre o assunto e vendê-lo na internet.

O mercado de infoprodutos inflou durante a pandemia de coronavírus. De acordo com o Google, a procura por cursos online aumentou em 130% no período.

Com mais pessoas usando a internet para aprender, não é exagero supor a permanência dessa tendência nos próximos anos.

Você é expert em alguma área?

Cogite tirar esse conhecimento da “gaveta”! Você pode montar um negócio lucrativo vendendo infoprodutos sem precisar investir muito para começar.

👉Marketing de afiliados

Em resumo, o marketing de afiliados consiste em receber comissões para divulgar produtos e infoprodutos vendidos por terceiros.

É isso mesmo! Não é preciso vender ou produzir nada: basta divulgar. Os programas de marketing de afiliados funcionam mais ou menos da mesma forma:

  • Você se cadastra em uma plataforma de marketing de afiliados
  • Você cria links para divulgação de produtos e infoprodutos
  • Você compartilha esses links nos seus canais (site, redes sociais, WhatsApp, e-mail…)
  • Se alguém comprar pelos seus links, você recebe uma comissão (variável de acordo com a plataforma)

Hotmart, Monetizze e TurboMKT são alguns exemplos de plataformas em que você pode ganhar dinheiro divulgando infoprodutos. Além dessas alternativas, existe o famoso Programa de Associados da Amazon, que paga comissões de até 15% sobre vendas.

print da tela explicativa do programa de associados amazon

O marketing de afiliados com certeza é um negócio em alta para 2020. Mas isso não quer dizer que seja tão simples assim ganhar dinheiro dessa forma.

Para montar um negócio usando o marketing de afiliados como base, você precisa conseguir se comunicar com muitas pessoas para poder divulgar seus links de forma eficaz.

Alguns “requisitos” para ganhar dinheiro com marketing de afiliados:

  • Ter uma rede social com muitos seguidores
  • Ter um canal no YouTube com muitos inscritos
  • Ter um site com bom número de acessos

6 – MERCADO PET

O Brasil é o 2º país que mais fatura com o mercado pet, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o setor faturou R$ 20,3 bilhões em 2018.

foto de um cachorro marrom parado em uma estradinha de terra. ele está com a língua de fora.
Imagem: Unsplash

Talvez você pense: “o que isso tem a ver com e-commerce?”

A resposta é simples: até os pet shops estão ganhando espaço no mundo virtual!

O “subnicho” de pet shops virtuais já movimenta R$ 2 bilhões no Brasil, de acordo com dados do Instituto Pet Brasil.

Grandes sites como Petz e Petlove possibilitam a compra de alimentos, medicamentos e diversos outros produtos veterinários.

E esses grandes players não estão sozinhos. Sabe o que vai acontecer se você abrir o Mercado Livre (ou qualquer outro marketplace) e pesquisar por “pet shop”? 

Vai acontecer isso:👇

print da seção pet shop do mercado livre para exemplificar como o mercado pet é um dos negócios em alta para 2020

O mercado pet já chegou aos marketplaces. Esse movimento foi em grande parte impulsionado pela crise do coronavírus.

Como já dissemos neste post, a pandemia acelerou a implementação de várias tendências do e-commerce.

Tendo em vista o crescimento e os números do setor, vale a pena pesquisar a fundo o mercado pet, pois é um nicho promissor para 2020 — e para os próximos anos.

Quem sabe não está aqui aquela ideia de “negócio bom pra cachorro” que você estava procurando? 🐶😂

7 – CLUBES DE ASSINATURA

A premissa dos clubes de assinatura é bem simples: os clientes fazem pagamentos periódicos para continuar tendo acesso a produtos ou serviços.

Se pararmos para pensar em um contexto pré-internet, isso é bem parecido com assinar jornais e revistas, concorda?

Por trás dessa simplicidade, existe um modelo de negócio em alta aqui no Brasil. De acordo com a ABComm, os clubes de assinatura cresceram 167% em um período de 4 anos.

Em 2014, eram cerca de 300 empresas no setor. Em 2018, esse número subiu para 800.

E tem clube de assinatura para tudo o que você puder imaginar: vinhos, cervejas, produtos de beleza, alimentos, livros, sexshop, produtos nerd…

Alguns clubes até apostam na assinatura de itens surpresa, mais conhecidos como “mistery box” (caixa misteriosa). Nessa modalidade, o cliente não sabe quais produtos vai receber. 

Peculiaridades à parte, a facilidade de receber produtos em casa de forma recorrente talvez seja o principal atrativo dos clubes de assinatura.

personalização e a exclusividade também são chamarizes importantes, pois muitos clubes de assinatura trabalham com produtos que não podem ser adquiridos por não assinantes.

👉Alguns clubes de assinatura que você pode pesquisar para se inspirar:

  • TAG Livros (literatura)
  • Wine (vinhos)
  • Glambox (produtos de beleza)
  • Caixa Colonial (alimentos)
  • Nerd ao Cubo (produtos geek)
caixa de um clube de leitura que envia livros e presentes surpresa mensalmente para os assinantes. Usada para ilustrar que os clubes de assinatura estão entre os negócios em alta para 2020
Imagem: TAG Livros, um clube de assinatura que envia um livro surpresa por mês para seus assinantes (reprodução) 

8 – DROPSHIPPING

Você conhece o termo dropshipping? Esse modelo de negócio possibilita vender produtos pela internet mesmo sem tê-los em estoque.

Parece estranho, né? Mas na verdade não é tão complicado assim.

Quem trabalha com dropshipping (o dropshipper) atua como intermediador entre cliente final e fornecedor. O processo é mais ou menos o seguinte:

  • O dropshipper (você) fica responsável por divulgar e vender o produto
  • Quando o cliente efetuar a compra, você repassa o pedido para o fornecedor
  • O fornecedor se encarrega de fazer a entrega

Em teoria, é preciso investir muito pouco para começar um negócio no modelo de dropshipping. Basta ter um computador com acesso à internet e o conhecimento necessário para montar um site, por exemplo.

Na prática, por outro lado, toda essa simplicidade vem com um preço. Como é possível imaginar, os prazos de entrega ficam maiores no dropshipping, algo capaz de causar atritos com o cliente final. Além disso, a margem de lucro tende a ser bem apertada. É preciso compensar no volume de vendas para tornar o negócio viável.

foto mostra um porto com guindastes e contêineres de metal. A finalidade é ilustrar o dropshipping como um dos negócios em alta para 2020

Apesar dessas limitações, o dropshipping pode ser interessante para quem quer montar um negócio com pouco investimento em 2020. 

O grande desafio é encontrar o produto certo para vender, pois muitos dropshippers vendem os mesmos itens e por preços bastante parecidos. Ou seja: é difícil se destacar dos concorrentes.

Mas, se você encontrar o fornecedor certo e um nicho ainda não saturado, o dropshipping pode ser um negócio lucrativo.

CONCLUSÃO

O e-commerce vai ser cada vez mais concorrido daqui para a frente.

novo consumidor pós-pandêmico está acelerando a jornada de compra digital, fazendo o comércio eletrônico se expandir para nichos pouco expressivos há até pouco tempo.

Ou seja: diferentemente da maioria dos outros setores, prejudicados pela crise do coronavírus, o e-commerce foi acelerado por ela. 

Isso não significa que qualquer negócio virtual vai se tornar uma mina de ouro, mas com certeza quer dizer que existem mais possibilidades de empreender e ganhar dinheiro na internet.

Outro ponto positivo para quem pensa em montar um negócio próprio é a queda na taxa Selic, que atingiu o menor patamar da história (3% ao ano em 06/05/2020). Com isso, os juros cobrados em empréstimos tendem a ser menores, incentivando empreendedores a buscar crédito.

Para finalizar, este post não tem a pretensão de esgotar todas as possibilidades lucrativas de negócio que existem por aí.

Com certeza outras oportunidades além das citadas aqui podem ser encontradas mundo afora. Você conhece algum negócio promissor? Se sim, deixe a sua contribuição nos comentários!

Conselho final: um bom negócio é aquele que resolve o problema de alguém e, por isso, sua existência faz sentido. É essencial pensar nisso antes de qualquer empreitada.😉

 

Por Lucas Zanini via MELHOR ENVIO

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